segunda-feira, 19 de setembro de 2011

RiRkRit tiRavanija - Palm Pavilion

RiRkRit tiRavanija
Buenos Aires, Argentina, 1961; vive em Chiang Mai, Tailândia e Nova York, EUA

Palm Pavilion, 2006-2008 Metal, madeira, palmeiras, materiais diversos 

Originalmente concebida para a 27a Bienal de São Paulo, em 2006, a obra Palm Pavilion (2006-2008) tem em Inhotim sua primeira montagem ao ar livre. O pavilhão é uma adaptação da famosa Maison Tropicale (1951), do arquiteto francês Jean Prouvé (1901- 1984), que desenvolveu um tipo de moradia pré-fabricada na França para os burocratas e comerciantes residentes nas colônias africanas. A réplica produzida por Tiravanija abriga em seu interior variadas espécies de palmeiras, vídeos, vitrines e mesas com objetos relacionados à planta, além de funcionar como ícone da história da arquitetura recente. Os vídeos contidos na obra documentam um teste nuclear no sul do Pacífico, com um grupo de palmeiras filmadas em primeiro plano, e uma série de imagens que têm a palmeira como referência cultural - incluindo ilustrações científicas, cédulas de dinheiro e selos. A partir da colaboração da equipe de botânica de Inhotim, que agregou à obra uma grande coleção de palmeiras, Tiravanija adiciona à visão puramente científica de Jardim Botânico uma análise sócio-cultural sobre a espécie, um ícone do exotismo tropical.






Fonte: http://www.inhotim.org.br/

Inhotim

O Instituto Inhotim foi idealizado pelo empresário Bernardo Paz em meados da década de 1980. Em 1984, o local recebeu a visita do renomado paisagista Roberto Burle Marx, que apresentou algumas sugestões e colaborações para os jardins. Desde então, o projeto paisagístico cresceu e passou por várias modificações.

A propriedade particular foi se transformando com o tempo. Começava a nascer um grande espaço cultural, com a construção das primeiras edificações destinadas a receber obras de arte contemporânea. Ganhava vida também o rico acervo botânico, consolidado a partir de 2005 com o resgate e a introdução de coleções botânicas de diferentes partes do Brasil e com foco nas espécies nativas.

Cronologia

2002 - Foi fundado o Instituto Cultural Inhotim, instituição sem fins lucrativos, destinada à conservação, exposição e produção de trabalhos contemporâneos de arte e que também desenvolve ações educativas e sociais.

2005 - O extenso acervo cultural e ambiental abria suas portas timidamente, com pré-agendamento de visitas somente da rede escolar da região de Brumadinho e de grupos específicos.

2006 - Com estrutura completa, a obra particular chega ao grande público, com o Instituto passando a receber visitas em dias regulares, sem a necessidade de agendamento prévio.

2007 - O compromisso com o desenvolvimento social da população de Brumadinho e seu entorno originou a criação da Diretoria de Inclusão e Cidadania, em julho deste ano.

2008 - O número de visitantes é crescente. Até este ano, mais de 110 mil pessoas de diversas partes do País e do mundo já haviam visitado Inhotim. Em abril, foi reconhecido como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Governo de Minas Gerais.

2009 - Em junho o governo federal também reconhece o Instituto Inhotim como uma OSCIP. Neste ano, mais de 160 mil pessoas visitaram o Inhotim. Em setembro/outubro, foi realizado Nove Novos Destinos, evento para lançar nove obras permanentes que só poderiam ser construídas em um lugar como o Inhotim.

2010 - Os jardins do Instituto Inhotim recebem, dia 5 de abril, o título de Jardim Botânico pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos (CNJB). O registro foi aprovado após a 4ª Reunião da Comissão, ocorrida no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, entre os dias 24 e 26 de março.
Fonte: ( http://www.inhotim.org.br/)

 

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Percepção....

A partir do local escolhido para a intervenção cada pessoa tinha que fazer o levantamento do local através do Sketchup, segue abaixo o video e algumas fotos:






domingo, 4 de setembro de 2011

Performance !

A partir do local escolhido para a Intervenção, tivemos que apropriar o local de uma forma diferente  onde sentimos o local não apenas com a visão mas sim com o corpo. segue abaixo o vídeo da performance: